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2º Festival Nordestino é aberto em celebração à tradição e diversidade cultural na Praça dos Girassóis

A Praça dos Girassóis transformou-se em um reduto de tradição e alegria na noite da quarta-feira, 6. A abertura da 2ª edição do Festival Nordestino reuniu um grande público para celebrar as raízes que unem a região Nordeste ao coração do Brasil. O evento é uma realização do Governo do Tocantins por meio das secretarias de Estado da Cultura (Secult), da Governadoria (Segov) e da Comunicação (Secom).

Com o apoio de instituições parceiras, a noite inaugural ofereceu uma imersão na diversidade gastronômica e artística. Diversos pratos típicos foram comercializados por empreendedores que escolheram o Tocantins para recomeçar, mantendo vivas as receitas e costumes de seus estados de origem.

Música, repente e o legado da sanfona

A programação musical foi aberta pelo grupo Forró Mandacaru, seguida pelo humorista Chico Fuleragem, que divertiu a plateia com a arte do repente e da improvisação poética.

O encerramento ficou por conta de Paulinho Braga e a banda Pedra de Fogo, em um show emocionante que contou com a participação do pai do artista, Manoel Braga, músico maranhense que atua no Tocantins desde a sua fundação. “Ficamos muito felizes em ver que essa tradição é valorizada aqui. Minha família defende a bandeira do forró há décadas; ver essa iniciativa do Governo é ver o reconhecimento de toda uma vida dedicada à música”, celebrou Paulinho.

O secretário de Estado da Cultura, Adolfo Bezerra, destacou a importância de integrar as diversas identidades que formam o povo tocantinense. “Este festival é mais do que um evento festivo; é um reconhecimento institucional à enorme contribuição da comunidade nordestina para a formação social, econômica e cultural do nosso Estado,” afirmou o gestor.

Também prestigiaram a abertura a superintendente de Fomento e Incentivo à Cultura, Ana Cláudia Batista, e a gerente de Planejamento, Fomento e Parcerias Culturais, Savana Sanches.

Encontro de gerações e identidades

Mais do que lazer, o festival proporcionou um momento de reafirmação de identidade. O servidor público Welder Santos, baiano residente no Tocantins há 12 anos, aproveitou a ocasião para apresentar as origens ao filho palmense. “Sinto-me em casa. É a oportunidade que temos para reencontrar amigos e celebrar nossa cultura. É gratificante mostrar ao meu filho que, embora ele seja tocantinense, o Nordeste também pulsa forte aqui”, compartilhou.

Sabor que atravessa fronteiras

A praça de alimentação foi um dos grandes atrativos, servindo como vitrine para pequenos negócios. Para Karol Moraes, proprietária de um restaurante, o festival é um símbolo de orgulho. “Fico muito feliz porque, quando migramos para outro estado e conseguimos trazer nossa cultura conosco, o sentimento é de realização. O Tocantins tem muitos maranhenses e essa mistura cultural é o que nos torna únicos”, pontuou.

Programação continua

O 2º Festival Nordestino segue até sexta-feira, 8. Confira as atrações:

Fonte: Ascom Secult / Tocantins

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